Nos primórdios do cristianismo quando Roma dominava o Planeta e a civilização engatinhava, a carnificina das arenas como lazer, a soberania do mais forte na violência das leis como organização e o terrorismo sobre a classe escrava derramou muito sangue.
Muito tempo depois a violência continua presente no cotidiano do cidadão. Pouca coisa mudou: as vestimentas, a tecnologia. E o sangue continua sendo a estrela maior de audiência.
Aqui o foco é gerar discussões de como evitar o desgaste desnecessário do corpo, nossa principal máquina. Sempre retomo a antiguidade para compararmos que a civilização evoluiu para o lado errado dando muito pano pra manga a esse Blog.
Nos primórdios do século 21, quando EUA dominava o Planeta e a civilização estava em crise, a carnificína dos programas como lazer, a soberania do mais rico na violência das leis como organização e o terrorismo sobre a classe trabalhadora derrama muito sangue, suor e lágrimas, voltamos nossa atenção para um Octógono.
Neste octógono um esporte explodiu no gosto do povo o UFC. Vale Tudo, MMA, seja lá qual for seu nome, ou melhor sua marca, é em torno de violência e derramamento de sangue. Quero falar dele porque é impossível evitar o esforço numa atividade em que se recebe socos e chutes. A não ser que o atleta termine todas as lutas com um único golpe ou pelo menos sem levar nenhum. Impossível! Defendo minha teoria de que quem agir com mais suavidade misturando mesmo toda a arte da guerra, usando além da força a inteligência irá ser o campeão. Claro que cada esporte tem seu tipo físico. Alguem conhece um goleiro de futebol de campo baixinho?
Esses gladiadores são o topo da performance atlética atual, devem ter uma preparação completa com treinos desgastantes para que no momento da pressão total algo mais surga da insustentável leveza do ser e derrote o adversário, pra isso não basta ser o mais forte.
Se você entra na arena desmotivado, desanimado, pensando na morte da bezerra, quem pode morrer é você. É nescessário estar super ligado e conhecer exepcionalmente seu corpo. Perceber em milésimos de segundo de que lado virá o soco do adversário, raciocinar rapidamente que decisão tomar, se vai esquivar ou entrar atacando num contragolpe. Por isso que os campeões treinam suas mentes para controlar ansiedade. Mais uma vez aparece ele o EQUILÍBRIO.
Buscar o limite do esforço todos os dias, e ultrapassá-lo perigosamente para superar seus objetivos pondo em risco sua saúde e até mesmo a luta contundindo-se. Assistindo esses gladiadores do século 21 notamos que o corpo e a mente combinados promovem feitos incríveis, e quem sobrevive é o que soube o limiar entre o "se matar de trabalhar" e o Viver sem esforço!
Um dos destaques mundiais é um brasileiro que dança, conta piadas, não é o mais bombado, não é o mais amedrontador, é o que usa o quadril rompendo todos os tabus machistas.
No início dos combates ele cumprimenta o adversário e se afasta meditando até encontrar com as costas a grade do octógono. Uma dinânica que faz seu cérebro mapear, como um GPS, todo espaço em que ira atuar. Faço isso no Teatro, aprendi com Osvaldo Gabrieli.
Um dia faremos dinâmicas juntos Andersom Silva, por enquanto engatinho nos meus experimentos convencendo os campeões aqui da minha terra, como Samuel Quito, das revoluções que o teatro pode realizar no esporte.
Muito tempo depois a violência continua presente no cotidiano do cidadão. Pouca coisa mudou: as vestimentas, a tecnologia. E o sangue continua sendo a estrela maior de audiência.
Aqui o foco é gerar discussões de como evitar o desgaste desnecessário do corpo, nossa principal máquina. Sempre retomo a antiguidade para compararmos que a civilização evoluiu para o lado errado dando muito pano pra manga a esse Blog.
Nos primórdios do século 21, quando EUA dominava o Planeta e a civilização estava em crise, a carnificína dos programas como lazer, a soberania do mais rico na violência das leis como organização e o terrorismo sobre a classe trabalhadora derrama muito sangue, suor e lágrimas, voltamos nossa atenção para um Octógono.
Neste octógono um esporte explodiu no gosto do povo o UFC. Vale Tudo, MMA, seja lá qual for seu nome, ou melhor sua marca, é em torno de violência e derramamento de sangue. Quero falar dele porque é impossível evitar o esforço numa atividade em que se recebe socos e chutes. A não ser que o atleta termine todas as lutas com um único golpe ou pelo menos sem levar nenhum. Impossível! Defendo minha teoria de que quem agir com mais suavidade misturando mesmo toda a arte da guerra, usando além da força a inteligência irá ser o campeão. Claro que cada esporte tem seu tipo físico. Alguem conhece um goleiro de futebol de campo baixinho?
Esses gladiadores são o topo da performance atlética atual, devem ter uma preparação completa com treinos desgastantes para que no momento da pressão total algo mais surga da insustentável leveza do ser e derrote o adversário, pra isso não basta ser o mais forte.
Se você entra na arena desmotivado, desanimado, pensando na morte da bezerra, quem pode morrer é você. É nescessário estar super ligado e conhecer exepcionalmente seu corpo. Perceber em milésimos de segundo de que lado virá o soco do adversário, raciocinar rapidamente que decisão tomar, se vai esquivar ou entrar atacando num contragolpe. Por isso que os campeões treinam suas mentes para controlar ansiedade. Mais uma vez aparece ele o EQUILÍBRIO.
Buscar o limite do esforço todos os dias, e ultrapassá-lo perigosamente para superar seus objetivos pondo em risco sua saúde e até mesmo a luta contundindo-se. Assistindo esses gladiadores do século 21 notamos que o corpo e a mente combinados promovem feitos incríveis, e quem sobrevive é o que soube o limiar entre o "se matar de trabalhar" e o Viver sem esforço!
Um dos destaques mundiais é um brasileiro que dança, conta piadas, não é o mais bombado, não é o mais amedrontador, é o que usa o quadril rompendo todos os tabus machistas.
No início dos combates ele cumprimenta o adversário e se afasta meditando até encontrar com as costas a grade do octógono. Uma dinânica que faz seu cérebro mapear, como um GPS, todo espaço em que ira atuar. Faço isso no Teatro, aprendi com Osvaldo Gabrieli.
Um dia faremos dinâmicas juntos Andersom Silva, por enquanto engatinho nos meus experimentos convencendo os campeões aqui da minha terra, como Samuel Quito, das revoluções que o teatro pode realizar no esporte.
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